UMA BREVE REFLEXÃO

sábado, 8 de janeiro de 2011

O caléndário dos maias e o fim do mundo.

maya_aztec_calendarCom a chegada de 2011 aumenta, no mundo inteiro, a ansiedade em relação ao ano que vem. De acordo com previsão no calendário dos maias, surpreendentemente preciso, o mundo vai acabar no final do ano de 2012, em virtude de uma série de eventos caóticos na Terra e no espaço, provocados por um alinhamento planetário sem precedentes. Essa previsão foi feita pelos maias muito antes da chegada dos conquistadores espanhóis ao Novo Mundo e tem bastante gente que está assustada por causa dela.

No entanto, há pessoas que não acreditam muito nisso e até fazem piada em relação ao famoso calendário. Alguns dizem que a previsão dos maias não foi além de 2012 porque eles não tinham mais espaço para continuar o calendário, na rocha em que o desenharam... Outros perguntam: se os maias conseguiram prever o fim do mundo, como não previram sua própria destruição e desaparecimento?

Na verdade, os maias não previram o fim do mundo, assim como Nostradamus e nem Edgar Cayce. Em Mateus 24, 42-44, a Bíblia diz: "Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor. Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que vigília da noite havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria minar a sua casa. Por isso, estai vós apercebidos também; porque o Filho do homem há de vir à hora em que não penseis."

Não tenha dúvida: Jesus vai voltar e o mundo eventualmente vai acabar. Mas só o Pai sabe quando realmente será a hora, e Ele não contou aos maias, nem a Nostradamus, ou a ninguém. Nem mesmo Jesus, o Filho de Deus, sabia a hora exata. Portanto, pode ser hoje, amanhã, ou daqui a 100 anos. Ninguém sabe.

O importante mesmo é estar preparado. É como a água. Quem sabe nadar, gosta de entrar na água. Quem não sabe, tem medo dela. Com a morte é a mesma coisa: quem está preparado, não tem medo; só teme aquele que não se preparou e ignora o que vai acontecer depois do último suspiro.

Mas não importa nem um pouco o que diz o calendário maia, nem têm importância as "previsões" de Nostradamus. Com o fim do mundo ou sem ele, a morte é inevitável e pode nos surpreender a qualquer momento. Então, prepare-se e não tenha medo dela.

EXPLICANDO A MUDANÇA DE MEU NOME

Meu pai escolheu meu nome, para homenagear meu avô materno (José Justi) e meu avô paterno (Antonio Ceschin). Aí, aos 65 anos de idade, eu decidi mudar de nome, passando a me chamar Joseph.

Tem muita gente que me critica e me considera um esnobe, um caipira que veio morar nos Estados Unidos e passou a renegar as origens.

Nada disso. Foi por conveniência. Tornei-me cidadão americano para ter maiores facilidades nas minhas relações de trabalho com o governo dos Estados Unidos, mais especificamente com o Departamento de Estado, a quem presto serviço como tradutor e intérprete. Além de facilitar as coisas, a mudança de nome acabou com o costume do pessoal aqui de me chamar de Hosé, isto é, José em espanhol. Não gosto disso e prefiro que me considerem esnobe a que me considerem hispânico, coisa que não sou mesmo! Nada tenho contra os hispânicos, mas sou brasileiro e não admito que me confundam com os irmãos de terras hispânicas.

É bom lembrar que, tendo dupla cidadania, meu nome original continua o mesmo, no Brasil e em qualquer país que eu decidir visitar com meu passaporte brasileiro.

Para ser sincero, não interessa muito se me chamam de Joseph, José ou Hosé. No paraíso terei um novo nome, conforme a promessa de Deus em Apocalipse 2:17.

Boa semana, e Deus abençoe!

Um comentário:

  1. Querido Ceschin, com qualquer nome você será aquele amigo de infância de quem eu me recordo e tive a felicidade de reencontrar.
    Adorei o blog.Estás indo muito bem.
    Mande-me sempre notícias.
    Um abração.Sua amiga, Olivia.
    PS-Não entendi muito bem o tipo de postagem
    Se errei me corrija.

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