Brasília é
um lugar de tantas mentiras e tanta sujeira que, no meio de uma crise como esta
que o Brasil está vivendo, é difícil saber para onde nos levam os ventos
políticos. Com o impedimento da presidente Dilma Roussef resolve-se um dos mais
tristes episódios da história do Brasil, o da eleição de uma mulher que nunca
participou antes de uma eleição. Grande administradora também ela nunca foi, porque
cometeu grandes erros em todos os lugares por onde passou. A bem da verdade
deve-se dizer que nem mesmo a sua carreira de terrorista foi um grande sucesso.
Ela foi mais uma, e nada mais.
Mas, e depois
do impeachment? Infelizmente o que vejo é que as coisas não vão mudar muito. A
grande maioria dos corruptos vai continuar onde está, isto é, no Congresso
Nacional, vivendo à gorda às custas dos cofres públicos, fazendo as mesmas negociatas de sempre, vendendo seu voto a quem
pagar mais. E as empreiteiras vão poder continuar operando como sempre operaram,
beneficiando-se das obras públicas mais caras do mundo.
Aonde eu
quero chegar com isso? Por acaso o Brasil não tem jeito e o povo vai ter que
continuar saltando de uma crise para outra, com curtos intervalos de pouco
progresso e nehuma grande conquista dos eleitores? O país vai ficar marcando
passo, como vem marcando passo há várias décadas?
Talvez não.
O povo foi às ruas mais uma vez, como foi no tempo das Diretas Já e durante o
processo de impeachment do grande corrupto Fernando Collor de Melo. Os
protestos estão sendo ouvidos e, na minha modesta opinião, eles são o caminho
mais curto para uma reforma total do Brasil. Se o povo se manifestar toda vez
que alguma coisa estiver errada, o país estará caminhando para a frente e
despertando de uma vez por todas.
Ou será que
todo mundo vai se acomodar de novo, depois do impeachment da presidente Dilma?
Nenhum comentário:
Postar um comentário