Imagino que assinar jornal, hoje em dia, é coisa para muito poucas pessoas. Afinal, praticamente tudo que a gente quer ler pode ser encontrado de graça na Internet. Eu, por exemplo, não assino jornais nem revistas e, mesmo assim, considero-me bem informado. Acompanho tudo pela Rede.
Mas, como eu disse na postagem anterior, é difícil saber quem diz a verdade. A maior parte dos jornais e revistas não vive de assinaturas, mas da publicidade. Como resultado disso, cada veículo tem que saber dosar entre a verdade verdadeira, e a verdade que mais interessa aos seus anunciantes. Então, por mais que tentem desmentir, todo jornal é tendencioso, embora uns menos do que outros.
E depois tem o problema da ideologia. Se o patrão for de direita, o seu jornal será de direita. Mas, nem tanto. Afinal, tudo depende do interesse do patrão em faturar. Se houver maiores possibilidades de lucro ficando à direita, assim será. Se houver maiores possibilidades na esquerda, idem.
Uma coisa que me chateia é essa história de "intelectuais" na política. Acho que todo mundo tem direito de falar o que bem entende, mas por que eu daria mais valor às palavras de um "intelectual?" Afinal, quase todos os chamados "intelectuais" não tem intelectualidade alguma. Ser famoso não significa que o sujeito é um "intelectual..."
No Facebook eu tenho bons amigos e até parentes que postam várias vezes por dia e que ficam indignados com certas coisas. Compartilham postagens a torto e direito, muitas vezes ajudando a propagar mentiras e meias verdades. São bem intencionados, mas exageram um pouco.
Vamos baixar a bola, pensar melhor e deixar de lado a imprensa, seja ela de esquerda ou direita. Na verdade, os veículos da mídia são instrumentos de gente poderosa, que quer ter mais poder ainda...
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